O caso está nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski. No documento enviado ao STF, o procurador-geral afirma que o caso estava sendo apurado pelo Ministério Público Federal a partir de notícias da imprensa sobre fraudes em obras executadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias. Em 2011, quando as irregularidades vieram à tona, a cúpula do Dnit foi trocada.
Segundo o procurador, o dono de uma empresa, que era casado com uma superintendente do Dnit no Amazonas, negociou um imóvel com o filho do senador. Gurgel também relata que pessoas ligadas a essa empresa teriam feito doação de R$ 100 mil a Alfredo Nascimento nas eleições de 2006. Em 2007, a mesma empresa teria recebido R$ 3 milhões do Fundo da Marinha Mercante, administrado pelo Ministério dos Transportes.
Há indícios de que a empresa foi indevidamente beneficiada com o recebimento de recursos do Fundo da Marinha Mercante, e que parte deles teria sido repassada ao então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, por intermédio de seu filho Gustavo Morais , diz o pedido de abertura de inquérito.
Fonte: Carolina Brígido
Fonte: O Globo
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