O servidor do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) Paulo Cesar Cunha Vieira, lotado na 3ª Vara de Família de São Gonçalo, compareceu ao Fórum do Jardim Catarina, no município, para cumprir uma rotina diferente das suas obrigações de analista judiciário. O funcionário estava acompanhado de Cátia Sueli Gonçalves Vieira, para dar um caráter oficial à união com a mulher, com quem vive desde 2006 e tem um filho de sete anos de idade. Paulo Cesar e Cátia foram um dos 300 casais que participaram neste final de semana do projeto Casamento Comunitário, realizado no Fórum de São Gonçalo, bairro Jardim Catarina, localizado na Região Metropolitana do Rio.
Com 34 anos de serviço público, Paulo disse estar feliz em consolidar a união com a mulher. “Há algum tempo, nós planejávamos este casamento, mas sempre adiávamos. Perdi a oportunidade em 2013, quando o tribunal fez um casamento coletivo para os funcionários. Agora, a felicidade foi ainda maior porque os meus colegas de trabalho foram as minhas testemunhas”.
O casamento do servidor foi celebrado pela juíza Márcia Alves Succi, da 3ª Vara de Família, com quem ele trabalha há mais de um ano. Além da magistrada, mais seis juízes, servidores do TJRJ e representantes do Ministério Público se revezaram na realização das audiências, com o propósito de converter as uniões estáveis em casamento. Muitos dos casais, assim como Paulo e Cátia, conviviam há anos e também têm filhos resultantes da união.
Segundo a juíza Márcia Alves Succi, organizadora do projeto na região, há um crescimento na demanda de casais em oficializar a sua união. Além dela, os juízes que presidiram as audiências foram: Jussara Maria de Abreu Guimarães, Fabiano Reis dos Santos, Danielle Coutinho Cunha Gomes, Euclides de Lima Miranda, Adillar dos Santos Teixeira Pinto e Wladimir Hungria.
As audiências fizeram parte da primeira fase do projeto. No próximo dia 29, acontecerá uma cerimônia com os recém-casados no Clube Esportivo Mauá, em São Gonçalo. A ação social em São Gonçalo conta com uma parceria entre o TJRJ e a prefeitura do município.
Fonte: TJRJ
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