Divulgar
decisões jurídicas pioneiras sobre o meio ambiente, exemplos de gestão
sustentável e cases socioambientais. Com estes compromissos na agenda,
os magistrados e servidores da Justiça Federal da Região Sul farão
atendimento ao público na Rio+20. O Tribunal Regional Federal da 4ª
Região é o único representante da Justiça Federal brasileira a ter um
espaço próprio na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento
Sustentável, que acontece de 13 a 24 de junho, na capital fluminense. O
espaço será no Parque dos Atletas, local que reúne representantes dos
Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo.
Além do atendimento
ao público interessado nas ações, serão feitas palestras no estande
sobre cases socioambientais da Justiça Federal da 4ª Região. A histórica
decisão que determinou a recuperação ambiental das áreas degradadas
pelas empresas mineradoras da região carbonífera de Criciúma (SC) é um
dos assuntos. Outro é a atuação do TRF-4 na Vila Chocolatão, em Porto
Alegre. O tribunal é o principal parceiro da “rede social” que busca
garantir qualidade de vida e geração de renda aos moradores que vivem em
situação de vulnerabilidade social.
Jurisdição ambiental
A presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, e o desembargador federal aposentado, ex-presidente do TRF-4 e colunista da ConJur, Vladimir Passos de Freitas, fazem uma palestra sobre “Projetos de jurisdição e responsabilidade socioambiental”, no Auditório do Parque dos Atletas. Os magistrados têm ampla atuação na área, sendo que Freitas é professor de Direito Ambiental na PUC do Paraná e autor de publicações sobre o assunto.
A presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, e o desembargador federal aposentado, ex-presidente do TRF-4 e colunista da ConJur, Vladimir Passos de Freitas, fazem uma palestra sobre “Projetos de jurisdição e responsabilidade socioambiental”, no Auditório do Parque dos Atletas. Os magistrados têm ampla atuação na área, sendo que Freitas é professor de Direito Ambiental na PUC do Paraná e autor de publicações sobre o assunto.
Um dos exemplos a serem abordados pelos magistrados é a
decisão do TRF-4 que fechou a Estrada do Colono, que cortava o Parque
Nacional do Iguaçu, no oeste paranaense. O funcionamento da estrada
afetava o meio ambiente local, prejudicando o desenvolvimento de
espécies nativas e a circulação de animais. A medida garantiu a
manutenção do título de Patrimônio Natural da Humanidade, concedido ao
parque pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
Cultua (Unesco). A presidente Marga Tessler foi a autora da decisão que
ordenou o fechamento.
A Região Sul da Justiça Federal foi
pioneira na instalação de varas federais ambientais no país e investe na
especialização de magistrados e servidores para atuar nas ações. São
três varas ambientais na 4ª Região: Porto Alegre (RS), Florianópolis
(SC) e Curitiba (PR), onde atualmente tramitam mais de 6 mil processos. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-4.
Confira aqui a programação do TRF-4 na Rio+20.
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